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Hérnia de Disco: diagnóstico correto e tratamento individualizado

Dor lombar com irradiação para a perna, formigamento ou perda de força podem indicar compressão nervosa. Oferecemos opções clínicas e cirurgias minimamente invasivas quando necessário.

Dra. Samilly de Andrade - Ortopedista especialista em coluna vertebral
Cirurgia Minimamente Invasiva

Avaliação e Tratamento Completo

Cada caso é único - identificamos a origem e criamos o melhor plano terapêutico

Sinais e Sintomas

  • Ciatalgia (dor que desce pela perna), piora ao esforço
  • Formigamento, dormência ou fraqueza
  • Dor que não melhora em 4–6 semanas
  • Red flags: perda de força progressiva, alteração esfincteriana

Como Tratamos

  • Plano conservador estruturado (analgesia + fisioterapia)
  • Infiltração/bloqueio peridural guiado
  • Microdiscectomia ou endoscopia (quando indicada)
  • Reabilitação e retorno gradual às atividades

Entendendo a Hérnia de Disco

Conhecimento é fundamental para o tratamento adequado

Disco Normal vs Hérnia de Disco

Disco Normal

Estrutura íntegra que absorve impacto e permite mobilidade

Hérnia de Disco

Protrusão ou extrusão do material discal que pode comprimir nervos

Compressão Nervosa

Causa dor, formigamento e pode levar à perda de força

Anatomia: Disco normal vs Hérnia de disco com compressão do nervo

Ilustração anatômica mostrando a diferença entre disco normal e hérnia de disco

Diagnóstico por Imagem

Ressonância Magnética

Exame de escolha para visualizar detalhes dos discos, nervos e medula espinhal

Avaliação Precisa

Permite identificar localização exata, tamanho e relação com estruturas nervosas

Planejamento Terapêutico

Essencial para definir se o tratamento será clínico ou cirúrgico

Ressonância magnética mostrando hérnia de disco - Diagnóstico por imagem

Ressonância magnética com ilustração anatômica explicativa da hérnia de disco

Perguntas Frequentes sobre Hérnia de Disco

Esclarecemos as principais dúvidas dos nossos pacientes

Cirurgia é inevitável?

Não — priorizamos soluções clínicas e só indicamos cirurgia quando há critérios técnicos claros: déficit neurológico progressivo, dor intratável ou falha do tratamento conservador.

Posso treinar após o tratamento?

Sim, com progressão segura e orientação de fortalecimento estabilizador. O retorno ao exercício é gradual e supervisionado.

Quanto tempo para melhorar?

Depende do caso. Tratamento conservador: 6-12 semanas. Pós-cirurgia: retorno gradual em 2-6 semanas com fisioterapia orientada.

Preciso de ressonância?

Nem sempre na primeira consulta. O exame clínico é fundamental. Solicitamos exames quando necessários para confirmar diagnóstico.

Locais de Atendimento

Duas unidades especializadas em Porto Alegre

Centro da Coluna — HSL/PUCRS

Av. Ipiranga, 6690 — Jardim Botânico, Porto Alegre

Medplex Santana

R. Gomes Jardim, 201 — Santana, Porto Alegre

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